© Paulo Abreu e Lima

segunda-feira, 21 de julho de 2014

A antropologia da coisa

Catarina Marcelino, antropóloga e deputada do PS, é contra a avaliação dos professores. A sua Antropologia Cultural deve ser suficiente para explicar a coisa.


 
Post Scriptum: entretanto surgiu a desculpa... - podemos inferir que, além de Albert Einstein, a Catarina Marcelino é a inspiração e a esperança de milhares de crianças disléxicas no mundo. Muito bem... e a água benta?

12 comentários:

  1. Bem observado. Fiquei bloqueado.

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    1. Também não tenho por hábito fazer censura.

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  2. A senhora pode fazer tudo o que pretende...mas deve faze-lo com português decente. Este parece pós Acordo Ortográfico!
    Numa deputada é esclarecedor. A casa da democracia está a "inovar" a língua pátria.
    À atenção da inovadora máxima, sua Presidente!

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    1. Ora nem mais Helena...

      (entretanto, a antropóloga já corrigiu o post...)

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  3. Habituada, como estou, a ver muitas barbaridades desse género, não deveria talvez espantar-me. E, mesmo assim, ainda fico pasmada, para dizer o mínimo.
    Nem sei o que é pior: se a "coisa" em si, ou o rol de comentários que se lhe seguem na tentativa patética de desculpar o indesculpável...

    Só me lembro de uma palavra; e é em francês: "dégueulasse!"

    Beijinho :)

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    1. Dégueulasse não é um bocadinho forte, Isabel? De qualquer forma, e por mais nervosa que a antropóloga estivesse ao publicar o post, três erros seguidinhos que não constam no âmbito alargado do "typing mistake" é dose...

      Beijinho :)

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  4. Tem razão, Paulo! Eu às vezes também exagero... ;)

    Mas não deixa de ser curiosa a súbita dislexia da senhora, da qual ninguém tinha conhecimento (provavelmente nem a própria...)
    Ai, estes socialistas...

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    1. O que mais embirro é com esta mania partidarite de alegar até à exaustão que não foi um erro. Primeiro foi o cansaço, depois a dislexia... só falta dizer que estava escuro e não via as teclas. Ai, ai...

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  5. Mas, Paulo, veja bem, não foi um erro. Foram três. :) :)
    Boas férias, caso seja o caso. Repetição consciente. :) Um beijinho para aí *

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    1. Foram, sim, Fátima... seguidinhos.

      Obrigado, boas férias também para si (se for o caso). E um beijinho (qualquer que seja o caso).
      :)*

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